sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Assitente social em escolas






Deputado defende que escola pública tenha assistente social no seu quadro funcional

Um projeto do deputado federal Fábio Faria (PMN) prevê a participação de pelo menos um profissional de serviço social nos quadros funcionais de toda escola pública de ensino fundamental e médio do Brasil.



A proposta pretende apoiar as ações de combate à violência no ambiente escolar, cujos índices têm preocupado a sociedade brasileira.
“A presença do assistente social na escola de educação básica é importante para acompanhar o desenvolvimento dos alunos, ajudar na identificação de fatos que motivem comportamentos inadequados ou agressivos e estabelecer vínculos com suas famílias”, justifica Fábio Faria.
Segundo o deputado, o assistente social poderá atuar na orientação dos estudantes fora da sala de aula, especialmente quando eles enfrentam problemas pessoais, especialmente na adolescência, fase de desenvolvimento da personalidade, ou quando se preparam para ingressar no mercado de trabalho.

Veja também:



Santa Cruz e Riachuelo 

são destaques na reportagem 

sobre corrupção 

publicada na Isto É

As cidades de Santa Cruz e Riachuel ganharam
destaque na mídia nacional. 
Mas nada de boas notícias, 
os dois municípios são citados 
como exemplos de corrupção 
nas administrações públicas.
No caso de Santa Cruz, 
a Controladoria Geral 
da União contratou, 
sem licitação, 
uma empresa “laranja” no valor de R$ 2,3milhões
 que seria destinada a fazer
 a obra de drenagem e pavimentação.
 A CGU também identificou
 irregularidade em Riachuelo, 
onde foram distribuídos recursos públicos 
para os parentes dos prefeitos.
“No início do mês,
 a Controladoria-Geral da União (CGU) 
atingiu um número simbólico:
 fiscalizou os repasses de recursos 
federais em 30% dos municípios brasileiros,
 algo próximo a 1,6 mil pequenas cidades, 
com menos de 500 mil habitantes. Individualmente, 
os relatórios enviados pelos fiscais da CGU 
mostram casos de corrupção
 barata espalhados por todo o País, 
mas, quando observados em conjunto, 
desenham um cenário sombrio”, diz a matéria da Isto É.






quinta-feira, 26 de novembro de 2009

notícias de serviço social

Secretarias fazem blitz pelo fim da violência doméstica contra a mulher






Hoje, 25, é o Dia Internacional de Luta Contra a Violência sobre a Mulher. Várias ações são desenvolvidas em todo o Estado por movimentos sociais e poder público. Para alertar a população, a Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com a de Promoção Humana e Desenvolvimento (SPHD), realiza agora pela manhã, uma blitz na frente da Catedral Cristo Redentor, centro da cidade, para entregar fitas brancas como um pedido de paz.






No estado, em 2007, foram registrados 2.393 casos de mulheres vítimas de algum tipo de violência. Em 2008, esse número subiu para 2.410 novos casos. Segundo o Núcleo de Prevenção de Acidentes e Violências, da Sesau, a Secretaria de Segurança Pública e Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth, até agosto deste ano, o Estado tinha 1.077 novas vítimas. Os tipos de violência mais frequentes, registrados em Roraima são: lesão corporal, maus tratos e estupro.





A Sesau, por meio do Núcleo de Ações Programáticas de Saúde da Mulher, promove cursos de capacitação para preparar os servidores da saúde que recebem essas vítimas de violência. De acordo com a técnica do Núcleo, Nívea Aida, os servidores são capacitados para oferecer um melhor atendimento à paciente para que elas saibam para onde se dirigir. “A mulher pode procurar atendimento em qualquer unidade de saúde do Estado”, afirma.





No caso de estupros, elas devem ir à maternidade. E para verificar o estado clínico da vítima, ela passa pelo ambulatório médico, onde é feito exames ginecológicos. Para prevenir de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) é diagnosticado profilaxia medicamentosa e pílulas anticoncepcionais para evitar a gravidez indesejada.





Segundo Nívea, a paciente também é atendida no serviço da assistência psicológica, onde recebe um suporte emocional e é encaminhada ao atendimento psicoterápico ou psiquiátrico. No Serviço Social a paciente é acolhida e mantida em ambiente de segurança. Caso ela tenha ido à unidade por conta própria ela é orientada a fazer um boletim de ocorrência.





Pacto

Neste mês foi assinado o Pacto Estadual de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, com o objetivo de combater todas as formas de violência contra as mulheres, com ações integradas nas áreas de educação, trabalho, saúde, segurança pública e assistência social para serem executadas nos próximos quatro anos.





Segundo Nívea dentro do Centro de Referência de Enfrentamento de Violência Contra a Mulher funcionará a Delegacia da Mulher e o agressor também receberá atendimento psicológico. “Os homens devem receber o tratamento, porque geralmente as mulheres retornam a eles”, explica.





Disque 180


Em todo o país funciona o disque 180, serviço que funciona 24 horas para tirar qualquer tipo de dúvidas referentes a violência contra a mulher. A ligação é gratuita e qualquer caso de agressão pode ser denunciado.





"O pão do corpo é uma esmola pela qual sempre receberás a justa recompensa, mas o sorriso a migo é
uma benção para a eternidade" (Paulo de Tarso)

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bj,Elane!


terça-feira, 24 de novembro de 2009

SERVIÇO SOCIAL

Compromisso, ética e conhecimento, unidos em defesa dos direitos sociais, é o eixo que move o Serviço Social. Por isso, os profissionais da área devem estar preparados para contribuir na formulação de políticas sociais públicas, com a organização e mobilização da sociedade civil, tendo em vista o desenvolvimento da cidadania.
"O mercado de trabalho do assistente social se concentra nas áreas de saúde, assistência social e previdência, onde o profissional desenvolve sua atuação por meio de atendimentos individualizados, atendimentos familiares, trabalhos grupais e comunitários, visitas domiciliares e institucionais", afirma a vice-coordenadora do curso de graduação em Serviço Social da Faculdade de História, Direito e Serviço Social (FHDSS) da UNESP, campus de Franca, Cirlene Aparecida Hilário Oliveira.
Os profissionais devem ter como referência a assistência social enquanto um direito de todo cidadão e dever do Estado, garantido na Constituição Federal de 1988 e regulamentado na Lei Orgânica de Assistência Social, sancionada em 1993. "Eles trabalham baseados nessa legislação, buscando a implementação da cidadania e a emancipação da população, mediante o reconhecimento, a garantia e a divulgação dos seus direitos", explica a professora. "O exercício da profissão, fiscalizado pelo Conselho Regional de Serviço Social. Na área de saúde, maior empregadora de assintentes sociais, o trabalho engloba as unidades básicas de saúde, os ambulatórios de especialidades, os hospitais e os centros de excelência."
Além da área de saúde, o assistente social atua nas áreas de educação (escolas e creches), habitação, judiciário (varas de justiça da criança e da família, de execuções penais e promotorias públicas), sistema penitenciário, área de recursos humanos, esfera da assessoria gerencial, organizações não-governamentais (ONGs) e gestão e controle das políticas sociais por meio de Conselhos de Saúde, Assistência Social (municipal, estadual e federal) e Conselhos Tutelares e Conselhos de Direitos. "Ele trabalha com crianças, adolescentes, jovens, idosos, famílias, pessoas portadoras de necessidades especiais e grupos específicos, como mulheres, negros, migrantes e sem-terra", comenta Cirlene.
A maioria dos assistentes sociais é contratada pelo setor público estadual e municipal, mediante a realização de concursos ou processos seletivos. "Existe, também hoje, um número significativo de profissionais que seguem a carreira da docência, devido, principalmente, ao aumento das faculdades de Serviço Social em todo o País, especialmente no Estado de São Paulo", comenta a docente da FHDSS.
Fonte: Guia de Profissões 2005 - Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

serviço social informa:

A Seguridade Social no Brasil contemporâneo

fonte: Editoria de Serviço Social

 
9Allãn Passos, Leidiane Vieira, Lucas Lameira Martins, Olívia Mussato e Rebeca Meloni
Da esquerda para direita, o ministro Patrus Ananias, a Prof.ª do curso de Medicina Palmira Bonolo e a Prof.ª Dra. Elaine Behring (FOTO: Antônio Laia)
Da esquerda para direita, o ministro Patrus Ananias, a Prof.ª do curso de Medicina Palmira Bonolo e a Prof.ª Dra. Elaine Behring (FOTO: Antônio Laia)
O Prof. Dr. Sérgio Pinto Martins, professor da Universidade de São Paulo (USP), define a seguridade social como “um conjunto de princípios, de regras e de instituições destinado a estabelecer um sistema de proteção social aos indivíduos contra contingências que os impeçam de prover as suas necessidades pessoais básicas e de suas famílias, integrado por ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade, visando assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social”.
Pesquisadora em Serviço Social, a Profa. Dra. Elaine Behring, no debate “Um balanço da seguridade social no Brasil contemporâneo” afirmou que a seguridade social do país tem caráter tardio e surgiu em um ambiente político desfavorável à sua implantação. De fato, a estruturação da seguridade social, só ocorreu com a Constituição de 1988. O evento, realizado pela Pró-reitoria de Extensão da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), contou também com a presença do ministro do desenvolvimento social e combate à fome, Patrus Ananias.
Atualmente, o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome visa à inclusão e à promoção da cidadania, garantindo a segurança alimentar e nutricional, uma renda mínima e assistência integral às famílias.
O Bolsa Família, um dos programas de maior destaque no ministério, promove a transferência de renda beneficiando famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. O Programa contribui para reforçar o exercício de direitos sociais básicos nas áreas de saúde e educação e ainda, coordena programas de geração de trabalho, renda, de alfabetização de adultos, de fornecimento de registro civil e demais documentos – todos com a meta de desenvolver as famílias, de modo a superarem a situação de pobreza.
Mas como todo cidadão tem direitos, também deve cumprir deveres: por isso o Bolsa Família impõe algumas condicionalidades. Ao entrarem no programa, as famílias assumem compromissos nas áreas de saúde – mantendo o calendário de vacinação e do Ministério da Saúde atualizados e exigindo a realização do pré-natal por todas as gestantes participantes – e educação – matriculando crianças e adolescentes na escola, exercendo os deveres da vida escolar de um aluno -, com o objetivo final de ampliar o acesso dos cidadãos aos seus direitos sociais básicos. O cumprimento desses quesitos é condição para que a família permaneça no Programa.
Mesmo diante de discussões acadêmicas e de programas do governo, a seguridade social é uma utopia e um desejo iminente da sociedade em geral. Mas a responsabilidade não cabe só ao governo, tendo em vista que a parcela corrupta da população que usufrui indevidamente do programa contribui para que a seguridade social não se efetive no país e atinja sua meta primordial que é de garantir a igualdade social dando oportunidades a quem realmente necessita.

Grupo de Estudos e Pesquisas do Orçamento Público e da Seguridade Social (Gopss)

O Grupo de Estudos e Pesquisas do Orçamento Público e da Seguridade Social (Gopss) faz parte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e foi formado em 2003. O grupo é composto por dois técnicos, seis estudantes da Universidade e é liderado pela professora Elaine Rossetti Behring, pesquisadora do Grupo. As áreas de atuação predominante são ciências sociais aplicadas e serviço social.
O trabalho mais recente do Gopss foi a pesquisa “Seguridade Social Pública: É Possível? A Contra-reforma do Estado e o (des)financiamento das políticas sociais”. Nesse trabalho é estudado o Orçamento da Seguridade no nível federal, que acompanha o ciclo orçamentário em anos-chave (1997, 1999, 2001 e 2004), com o objetivo de observar tendências de desenvolvimento do financiamento federal, sua relação com a política macroeconômica e com as orientações gerais dos governos de Fernando Henrique Cardoso (1994 a 2002) e Luís Inácio Lula da silva (a partir de 2003).
A partir desse estudo inicial foi idealizado o projeto Fundo Público e Seguridade Social. O estudo teórico busca a relação entre fundo público, seguridade social e valor. O grupo faz parte do Fórum Brasil de Orçamento – uma rede nacional de entidades e grupos de pesquisa que procura interferir na dinâmica orçamentária em favor de um orçamento mais consistente para a área social. Os resultados desses trabalhos já renderam um prêmio e uma menção honrosa.
O Grupo também está inserido no Programa Nacional de Cooperação Acadêmica (Procad) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), com um projeto integrado de pesquisa sobre a política social na América Latina, envolvendo não só a Uerj, como também a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
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últimas notícias...


  • FAO pede regulamentação da posse da terra no mundo


  • A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) pediu na terça-feira (27/10) aos líderes do mundo que regulamentem a propriedade da terra como primeira medida para combater a fome e a pobreza.

    "Um sistema legal sólido do uso e da propriedade da terra é chave para combater a fome", destacou em um comunicado a FAO, organização que iniciou consultas no mundo para elaborar as diretrizes internacionais sobre a posse da terra e demais recursos naturais como a água, a pesca e as florestas.

    A proposta foi lançada a pedido dos governos e da comunidade internacional e contará com uma secretaria em Roma para coordenar as exigências do setor privado, camponeses pobres, grupos indígenas, autoridades locais, setor acadêmico e especialistas independentes.

    "Um acesso seguro à terra é a melhor rede de segurança para os pobres e isto porque uma boa governança da terra é condição necessária para assegurar este acesso assim como os direitos de posse da terra", explicou Paul Munro-Faure, chefe da Unidade de gestão e Posse da Terra da FAO.

    A maioria dos países membros da FAO tem leis que protegem os camponeses e os moradores das matas, assim como os investidores estrangeiros e locais, de serem expulsos de suas terras ou da expropriação das mesmas de forma arbitrária, no entanto, estas leis são ignoradas com frequência, reconheceu a entidade.

    "A crescente demanda da terra ameaça fomentar a exclusão social, pois os ricos e poderosos são capazes de adquirir terras e outros recursos naturais em detrimento dos pobres e vulneráveis", advertiu a FAO.

    Segundo a entidade, existe um interesse crescente estendido para melhorar a governança da posse da terra e outros recursos naturais pelo que é necessário estabelecer uma diretriz.

    As propostas destacaram igualmente o caminho para os governos que tentam enfrentar a crescente tendência de investidores estrangeiros em grande escala em alimentação e biocombustíveis, assim como para os países investidores que têm recursos limitados de água e terras cultiváveis.
     
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    Meu outro blog tem postagens pessoais, orações, etc...
    esse será voltado para o Serviço Social .
    bj na alma e ótima semana!!

    Elane
     
    fonte:assistentesocial.com.br